"Ame a todos, confie em poucos. Não seja injusto com ninguém." William Shakespeare

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Senhor esteja à minha frente p/ me iluminar, atrás p/ me proteger e ao meu lado p/ me amparar.

Senhor esteja à minha frente p/ me iluminar, atrás p/ me proteger e ao meu lado p/ me amparar.
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"Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar,a coragem para mudar as coisas que não posso aceitar e a sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco. Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois eles podem estar conectados aos sacos que terei que puxar amanhã. Ajude-me, sempre, a dar 100% no meu trabalho... - 12% na segunda-feira, - 23% na terça-feira, - 40% na quarta-feira, - 20% na quinta-feira, - 5% na sexta-feira. E... Ajude-me sempre a lembrar, quando estiver tendo um dia realmente ruim e todos parecerem estar me enchendo o saco,que são necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar... Que assim seja!!! Viva todos os dias de sua vida como se fosse o último. Um dia, você acerta. Luís Fernando Veríssimo

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Mulheres Independentes “Sou dona de mim, da minha vida e do meu destino Sigo meu bom senso, minha razão, minha emoção e minha sede de ser livre Bom é viver assim, sem amarras, sem apego ao passado e Sem preocupação com questões que ainda não foram superadas, Pois o mundo ainda precisa evoluir muito, há muito o que Superar... Eu penso, reflito e analiso Sou um ser em constante mutação Sou “Eu Mesma”, mas não sou “Sempre a Mesma” Não sou normal, pois ser normal é chato É repetitivo, e EU gosto de transformações Gosto de olhar por vários prismas e Mudar de opinião, de gosto, etc. A mudança não é somente física, Mas também é abstrata e intrínseca A beleza e juventude se vão Mas o conteúdo da alma permanece ...” texto de Lúcia Martins filhos:não etnia: todas religião:Cristão/outro visão política:depende humor: cáustico orientação sexual: heterossexual estilo: casual fumo: não bebo:de vez em quando, adoooro vinho animais de estimação: adoro cães

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UM ATO DE AMOR


Um dia meu corpo estará deitado sobre um lençol branco, cuidadosamente introduzido sob os quatro cantos de um colchão, num hospital extremamente atarefado com os que ainda vivem e com os que estão morrendo;
Em um dado momento, um médico dirá que meu cérebro deixou de funcionar e que minha vida se extinguiu.
Quando isso acontecer, não tentem instalar vida artificial em meu corpo, com o uso de uma máquina e não chamem a isso de meu “leito de morte” deixem que ele seja chamado de" leito de vida', e deixem meu corpo retirado dele para ajudar os outros levarem vidas mais felizes.
Dêem minha visão a alguém que jamais viu o raiar do sol, o rosto de uma criança ou o amor nos olhos de uma outra pessoa.
Dêem meu coração a uma pessoa cujo coração apenas experimentou dias infindáveis de dor.Dêem meu coração ao jovem que foi retirado dos destroços de seu carro, para que ele possa viver para ver seus netos brincarem.
Dêem meus rins a alguem que depende de uma máquina para viver de semana a semana.Retirem meus ossos, cada músculo cada fibra e nervo do meu corpo e encontrem um meio para fazer uma criança aleijada caminhar, explorarem cada canto do meu cérebro.Retirem minhas células se necessário e deixem crescer para que algum dia um menino mudo possa gritar com o canto de um pássaro e uma menina surda possa ouvir o barulho da chuva de encontro à sua janela.Queimem o que restar de mim e espalhem cinzas ao vento para ajudar as flores a brotarem.
Se tiverem que enterrar algo, que sejam os meus erros, minhas fraquezas e todo o mal que fiz contra os meus semelhantes.
Dêem meus pecados ao diabo e dêem minha alma a Deus.Se por acaso desejarem lembrar-se de mim façam-no com uma ação ou palavra amiga a alguém que precisa de vocês.

Se fizerem tudo que pedi, estarei vivo para sempre...

Fonte: autor desconhecido.
Quem souber o autor do texto por gentileza informar-me para que eu possa dar-lhe o devido crédito.

Aos especias ... Clarice Lispector

"Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!
Clarice Lispector

Canção das Mulheres - Lia Luft

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais. Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta. Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor. Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso. Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes. Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais. Que o outro sinta quanto me doia ideia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida. Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize. Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire. Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso. Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.

Canção na plenitude. Lya Luft/ Magníco texto, maravilhosa mulher.

Não tenho mais os olhos de menina nem corpo adolescente, e a pele translúcida há muito se manchou. Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura agrandada pelos anos e o peso dos fardos bons ou ruins.(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)
O que te posso dar é mais que tudo o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir quando em outros tempos choraria,busca te agradar quando antigamente quereria apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza e juventude agora: esses dourados anos me ensinaram a amar melhor, com mais paciência e não menos ardor, a entender-te se precisas, a aguardar-te quando vais,a dar-te regaço de amante e colo de amiga,e sobretudo força — que vem do aprendizado.

Isso posso te dar: um mar antigo e confiável cujas marés — mesmo se fogem — retornam,cujas correntes ocultas não levam destroços mas o sonho interminável das sereias.

Texto acima foi extraído do livro "Secreta Mirada", Editora Mandarim - São Paulo, 1997, pág. 151. Lya Luft

Para se roubar um coração

Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto, não se alcança o coração de alguém com pressa. Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado. Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente. Conquistar um coração de verdade dá trabalho, requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança. É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade. Para se conquistar um coração definitivamente tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos. Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes, que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago. ...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele, vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco. Uma metade de alguém que será guiada por nós e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração. Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria. Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que? Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós. Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava. ... e é assim que se rouba um coração, fácil não? Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade, a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então! E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples... é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você. Luís Fernando Veríssimo

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Código Florestal IV: A Tragédia dos Comuns

Código Florestal IV: A Tragédia dos Comuns

Nesses tempos em que se discute a obrigatoriedade legal da conservação da Reserva Legal (RL) e das Áreas de Preservação Permanente (APPs), tenho me referido muito ao artigo “The Tragedy of the Commons” (A Tragédia dos Comuns), publicado na revista Science em 1968, pelo biólogo Garret Hardin. Apesar da data da publicação ele ainda é muito pertinente para os dias atuais.

O texto de Hardin é um clássico da literatura ecológica que discute, dentre outras coisas, os conflitos de interesses existentes no uso de um recurso. De forma bastante clara, ele demonstra como a utilização irrestrita de um bem coletivo leva inevitavelmente ao seu completo esgotamento. O exemplo utilizado por Hardin foi retirado do trabalho do matemático William Foster Lloyd sobre a posse comunal de terras em aldeias medievais.

Imagine uma área de pastagem pública onde qualquer pessoa possa colocar seus animais para o pastejo e engorda. De forma geral, todos têm um interesse comum em preservar esse local, porque é a partir dele que conseguem alimentar suas crias. Como se trata de um pasto público, entretanto, ninguém pode ser impedido de utilizar a área. Cada animal novo que é colocado para pastar gera um resultado positivo para seu criador, na forma de aumento do seu lucro. Mas cada animal a mais gera também um impacto negativo sobre a pastagem, que tende a uma superexploração. Quando o pasto acaba, todos que o utilizam são prejudicados. Ou seja, o lucro é individualizado, mas o prejuízo é dividido pela coletividade.

Esse exemplo serve muito bem para explicar porque é tão difícil se ter sucesso com as políticas de preservação atuais. A lógica que se estabelece todas as vezes em que se admite o uso de um recurso comum é, na definição mais simples, “egoísta”. Parece fazer parte da natureza humana a tendência de se tentar tirar o máximo proveito de algo, sem se preocupar com o quanto se contribuiu individualmente para sua produção ou proteção.

Essa lógica se faz presente em praticamente todas as esferas da sociedade e se manifesta de diferentes formas. Em todas elas, entretanto, o que se observa é um entendimento intrínseco de que “o que é público não tem dono e por isso mesmo cada um utiliza do jeito que bem entender”. Isso se observa no aluno que depreda a escola pública em que estuda, no cidadão que não se importa em deixar a torneira aberta enquanto escova os dentes, ou no político que passa a fazer as mesmas coisas que costumava criticar antes de ser eleito. Se o bolo é da coletividade, se sai melhor aquele conseguir pegar o melhor pedaço, não importando se um dia ele acabará e todos morrerem de fome. A tragédia se refere justamente a isso. Um dia, tudo que é superexplorado se esgota e não importa se você pegou apenas o que lhe era devido ou se abocanhou mais do que podia, todos terão o mesmo fim.

As florestas, assim como a água, a biodiversidade e os demais recursos naturais são bens da coletividade. A todos é dado o direito da utilização, assim como o dever da preservação. Mas é justamente aí que mora o problema, pois a tendência natural é a de que todos utilizem, mas poucos se preocupem em preservar. Devido a isso é que o papel das leis e da fiscalização é importantíssimo. Deixar a cargo da consciência de cada um a responsabilidade da manutenção dos recursos é, no mínimo, arriscado.

Compreender a lógica da Tragédia dos Comuns é importante para que se possam definir ações e políticas públicas que levem efetivamente à conservação. Se os seres humanos tendem a agir somente em benefício próprio, por que até hoje não se estabeleceu uma política ambiental pautada na valorização dos que preservam? Por que não fornecer incentivos fiscais, econômicos e tecnologia para os proprietários que mantem conservadas as suas APPs e reservas legais? Por que não premiar o certo ao invés de apenas punir o errado?

O projeto em análise para alteração do código florestal não traz nenhum tipo de subsídio ou incentivo a quem se dispõe a preservar. Muito pelo contrário, a proposta atual é anistiar quem desmatou, desvalorizando ainda mais os que sempre andaram de acordo com a lei. Esse é mais um dos motivos que me fazem repudiar o texto aprovado na câmara. As alterações propostas ao mesmo tempo em que incentivam o desmatamento, não abrem nenhuma porta para motivar a preservação.

A mudança de paradigma na política ambiental brasileira é uma necessidade urgente. Perceber os erros depois que o bolo já tiver acabado não vai adiantar de mais nada.

http://www.artemisambiental.com/
Fonte: Acessado em 21 06 11
http://www.grnews.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=25667:codigo-florestal-iv-a-tragedia-dos-comuns&catid=64:deisemiola&Itemid=174




quarta-feira, 25 de maio de 2011

Código Florestal: saiba quem votou contra o relatório de Aldo Rebelo

Hoje às 7h09 - Atualizada hoje às 8h47


Código Florestal: saiba quem votou contra o relatório de Aldo Rebelo

Claudia Andrade

PublicidadeUm total de 63 parlamentares votaram contra o texto principal do Código Florestal, que, entre outros pontos, deixava para um decreto presidencial indicar quais atividades poderiam ou não ser mantidas nas Áreas de Preservação Permanente (APPs).

Os 12 integrantes do PV votaram 'não' ao texto do relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Os outros votos contrários foram os seguintes:

Aldo Rebelo comemora vitória com parlamentaresBrizola Neto (PDT-RJ)
Teixeira (PDT-RJ)
Paulo Rubem Santiago (PDT-PE)
Reguffe (PDT-DF)
Vieira da Cunha (PDT-RS)
Arnaldo Jordy (PPS-PA)
Roberto Freire (PPS-SP)
Dr. Paulo César (PR-RJ)
Liliam Sá (PR-RJ)
Audifax (PSB-ES)
Glauber Braga (PSB-RJ)
Luiza Erundina (PSB-SP)
Deley (PSC-RJ)
Ricardo Tripoli (PSDB-SP)
Chico Alencar (Psol-RJ)
Ivan Valente (Psol-SP)
Alessandro Molon (PT-RJ)
Amauri Teixeira (PT-BA)
Antônio Carlos Biffi (PT-MS)
Artur Bruno (PT-CE)
Chico D'Angelo (PT-RJ)
Cláudio Puty (PT-PA)
Domingos Dutra (PT-MA)
Dr. Rosinha (PT-PR)
Erika Kokay (PT-DF)
Eudes Xavier (PT-CE)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Fernando Ferro (PT-PE)
Fernando Marroni (PT-RS)
Francisco Praciano (PT-AM)
Henrique Fontana (PT-RS)
Janete Rocha Pietá (PT-SP)
Jesus Rodrigues (PT-PI)
Jilmar Tatto (PT-SP)
João Paulo Lima (PT-PE)
Leonardo Monteiro (PT-MG)
Luiz Alberto (PT-BA)
Márcio Macêdo (PT-SE)
Marcon (PT-RS)
Marina Santanna (PT-GO)
Nazareno Fonteles (PT-PI)
Newton Lima (PT-SP)
Padre João (PT-MG)
Padre Ton (PT-RO)
Paulo Pimenta (PT-RS)
Pedro Uczai (PT-SC)
Professora Marcivania (PT-AP)
Rogério Carvalho (PT-SE)
Sibá Machado (PT-AC)
Valmir Assunção (PT-BA)
Waldenor Pereira (PT-BA)
Votaram 'sim' ao texto do relator os deputados do PTdoB, PTC, PTB, PSL, PRTB, PRP, PRB, PP, PMN, PMDB, PHS, PCdoB e DEM.

A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS

A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS


por Airton Luiz Mendonça

(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo..
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -.... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...
ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES di fE rEn tEs !

CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE...

V I V A !!!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Contos da Sexta-feira da paixão -Joandre Oliveira Melo

Contos da Sexta-feira da paixão

Joandre Oliveira Melo

Mesmo alheio às comemorações da paixão de Jesus Cristo, estes dias destilam cheiros de sofrimentos pelo ar de Pará de Minas. Resgatam sentimentos de dor, reflexão e penitência. Os dias que antecedem a sexta-feira da paixão sempre me afligiram, desde pequeno. Uma amargura paira no ar.

Já tivemos, é claro, épocas mais fervorosas anos atrás. Lembro-me com ternura e saudade das procissões, ladainhas rezadas pelos fervorosos cristãos, que somavam a maioria. Naquela época, os mais velhos dirigiam as manifestações religiosas.

Dentre tantas recordações restaram-me a dos contos das sextas-feiras da paixão. Contavam-nos, os mais velhos, que a sexta-feira da paixão é um dia temeroso entre os católicos de Pará de Minas. É um dia de luto, e luto se cumpre com respeito, silêncio e orações. Mas, nesta época, segundo os antigos da região, o mau espreita-nos.

Contar-lhes-ei algumas estórias; uma delas, inclusive, aconteceu comigo. Comecemos pela mais antiga.
Contava um tio meu, já falecido há anos, que em sua tenra idade ouvira seu avô contar o caso de Generoso.

Generoso era homem rude, destemido, forjado pela têmpera do sertanejo. Na lida com o gado, não havia ninguém igual. Enfrentava o Navio, um temido touro reprodutor da fazenda. Seu nome -- Navio --, vinha do som grave e potente do seu mugir. Parecia o rugir dos navios a vapor a moverem-se pelo cais. Só a cabeçorra do animal já era o bastante para um homem conseguir carregar. Generoso, ao contrário dos outros peões, tombava o impetuoso touro com facilidade, para o deleite da moças da fazenda.

Generoso era também um homem nervoso, temperamental. Gabava-se de ter furado o "bucho" de quatro caboclos que certa vez afrontraram-no para roubar-lhe a algibeira. Contava ainda a vez que precisou bater em dois guardas, armados, que o queriam deter por causa de uma pequena arruaça, lá pelas bandas de Pernambuco. Generoso não podia deixar-lhes sem uma lição.

Pois bem, dizia meu tio, Generoso, homem que já contara com seus quarenta anos, corpulento, destemido, ria-se das estórias que o vovô contava para os peões da fazenda em épocas da quaresma e da sexta-feira da paixão, quando tudo parava para honrarem o morto. O vovô ditava-lhes como deveria ser o comportamento nas sextas-feiras da paixão. Generoso ria e ainda se gabava dizendo que se o coisa ruim aparecesse, ele o sapecava com o chumbo de uma pistola antiga da qual Generoso não desgrudava. Mas, o vovô o advertia: -- Home com essas coisa num se brinca.

Mas, Generoso parecia não conhecer o medo e nada que lhe dissessem causava-lhe temor. Depois de ouvir algumas estórias, Generoso levantou-se, despediu de todos e foi para o seu ranchinho afastado da casa grande. Pelo caminho, revivia as estórias do meu avô em sua mente. Ora, retrucava Generoso, quem diria do seu Athayde, fazendeiro, estudado -- tinha até estudado na escola de Dona Maricas, professora primária do arraial --, acreditar naquelas estórias; era um despropósito.

Chegou até o seu ranchinho, o sol já deitava seus raios por detrás da serra do Dr. Otto, fazendeiro, vizinho de meu avô. Sentou-se no jirau ao lado da porta de entrada do seu ranchinho e pôs-se a picar um pedaço de fumo que ele mesmo havia colhido, trançado e curtido. Pretendia enrolar alguns cigarros com palha que cuidadosamente havia cortado com seu canivete.

Enquanto preparava seus cigarros, viu caminhando em sua direção um grande cachorro, negro como carvão, mas, tão estropiado que causava dó. Generoso encheu-se de pena do cachorro, que veio deitar-se aos seus pés, que adentrou o ranchinho e trouxe um pedaço de carne seca defumada e salgada que cozia com um pouco de feijão para suas refeições. Cortou um naco da carne e apresentou-a ao cachorro que logo agarrou todo o pedaço e, assim, fazia com tudo que punha-lhe próximo à boca; abocanhava com voracidade. em um de seus movimentos cortou, com os dentes, a mão de Generoso. O sangue logo brotou; Generoso, homem "brabo", encheu-se de ódio e em um movimento repentino levantou-se e chutou o cachorro que absorveu bem o impacto e nem se mexeu. Generoso, irado, repetiu o chute, agora com mais força e nada do "tição" se mover. Generoso, então, perdeu as estribeiras, chutou o cão com toda força que tinha nas pernas e gritou: -- Sai daqui tição! Mais uma vez o cão nem se mexeu, porém, ele fitou Generoso e com uma voz rouca e aterradora rosnou: -- Num saio não. E ali permaneceu.

Generoso, homem destemido, apavorou-se e sem pensar atirou-se em uma carreira desenfreada pela estrada até desaparecer no grotão. Ninguém teve notícias de Generoso até que dois dias depois; segundo o meu tio, fora encontrado no grotão, de quatro bebendo água como um cão. Aos poucos se recuperara e contou ao meu avô tudo que acontecera-lhe na tarde da sexta-feira da paixão, após ter deixado a casa grande.

Do cão negro nada se sabe, pois, nenhum dos fazendeiros vizinhos tinha animal daquela pelagem.

Ouvi a estória atentamente, no entanto, eu era garoto da cidade, e já sabia até o que era superstição, fazia contas que meu tio nem as compreendia. Já podia usufruir da luz elétrica e até da TV preto e branco de vávulas que meu pai comprara de segunda mão. Eu, menino da cidade, é que não temeria tal conto! -- Isto é superstição tio, o vovô contou-lhe esta estória como parte de um imaginário popular do qual ele era fruto.

Meu tio admirou-se do que eu disse: -- "Imaginário popular", mas, que diabos é isto?
Enquanto meu tio matutava eu peguei a minha bola e comecei a brincar. Chutava a bola contra a parede do barracão de ferramentas, os chutes ficaram mais rápidos e fortes e eu treinava minha pontaria com a bola. Neste momento, fui advertido pelo meu tio sobre ser sexta-feira da paixão e que não era dia para peraltices. -- Ora que bobagem tio. Mas, ele retrucou: -- Vá guardar esta bola menino e ficar quieto, hoje não é dia dessas coisas.

--Não! disse firmemente, vou jogar mais um pouquinho, quero trinar a minha pontaria no chute a gol. Mas, ao primeiro chute, após a advertência do meu tio, a bola desviou e atingiu a lâmpada junto à beira do telhado. Ouvimos uma explosão e uma labareda de fogo desceu até o chão.

Passado o susto, verificamos que a lâmpada estava apagada, porque havia queimado o filamento na semana anterior.
Este caso eu não sei explicar, mas, se alguém quiser se aventurar o espaço está aberto...

sábado, 16 de abril de 2011

Historiador: uma categoria esquecida

domingo, 20 de fevereiro de 2011Historiador: uma categoria esquecida


Vejo a reinvidicação abaixo com grande simpatia e uno-me ao clamor do autor. Como sou licenciado em História com pós-graduação em Ética e filosofia, sinto que existe um descaso muito grande com o ofício do historiador. Sua contribuição para o avanço do conhecimento acadêmico e das práticas dos sistemas econômicos-administrativos-sócio-políticos é, incontestavelmente, valiosa. Enfim, muito mais poderia ser dito sobre as aplicações do ofício de um historiador, além da formação de discentes do ensino fundamental e médio.

Espero ansiosamente que o clamor do nobre Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerqe Júnior seja acolhido pelos parlamentares regulamentando tão nobre profissão.

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Sr(a). Parlamentar

A ANPUH - Associação Nacional de História faz chegar às mãos das senhoras e dos senhores Deputadas e Deputados, Senadoras e Senadores da República, neste início de legislatura, esta carta aberta que tem o propósito de chamar atenção de Vossas Senhorias para a situação de completo desamparo legal em que vive a categoria dos historiadores no Brasil. Apesar de sermos uma das mais antigas e tradicionais categorias de profissionais, que vêm sendo formados desde a criação das primeiras Faculdades de Filosofia no país, ao contrário de muitas categorias congêneres - os geógrafos, os museólogos, os arquivistas e os sociólogos -, não temos ainda a nossa profissão regulamentada.

Ao longo dos anos, vários projetos neste sentido tramitaram na Câmara dos Deputados, sem que nenhum deles tenha sequer conseguido chegar à fase de votação. A ANPUH procurou sempre acompanhar e subsidiar as discussões e a redação destas propostas, mas nunca logrou vê-las agendadas na pauta de votações. Chegamos à conclusão que nossa categoria, que reúne milhares de professores dos ensino fundamental, médio e superior, que reúne pesquisadores e docentes de 55 Programas de Pós-Graduação, profissionais que são formados por cerca de 600 cursos de graduação, espalhados por todos os Estados e regiões do país, parece não ter tido, até então, importância ou relevância para nossos representantes no Congresso Nacional. Sentimo-nos esquecidos e injustiçados, pois, ainda no ano passado, categorias profissionais que surgiram muito recentemente, que não ocupam o mesmo contingente de profissionais e não são fundamentais na formação básica de todos os educandos, como a nossa, tiveram suas profissões regulamentadas e a nossa categoria continua a esperar indefinidamente que esta providência seja tomada.

Em agosto do ano de 2009, o senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou o PLS 368/2009, que visa a regulamentar a profissão de historiador, mas este Projeto de Lei encontra-se parado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, aguardando indicação de relator. A proposta foi inicialmente aprovada em caráter terminativo pela Comissão de Assuntos Sociais, mas por causa de requerimento encabeçado pelo Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), solicitando votação em plenário, teve a aprovação definitiva nesta Casa obstaculada. Em seguida o mesmo Senador Flexa Ribeiro apresentou requerimento para que o projeto tramitasse também pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, para onde foi remetido, assumindo sua relatoria o próprio Senador requerente, apresentando parecer favorável a matéria já no apagar das luzes da legislatura anterior. Há ainda um requerimento do Senador Flávio Arns (PSDB-PR) para que o mesmo venha tramitar ainda na Comissão de Educação, Cultura e Esportes, alongando e procrastinando assim sua definitiva aprovação pelo Senado. Tememos que esse projeto venha a ter o mesmo destino de todas as iniciativas anteriores, ou seja, o arquivamento.

Na Câmara dos Deputados tramitavam conjuntamente os PLCs 3759/2004 de autoria do Deputado Wilson Santos (PMDB-MT) e 7321/2006 do Deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que foram arquivados agora no final da legislatura anterior. O descaso é tal com a nossa causa que estes projetos permaneceram parados na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, passando pelas mãos de seis relatores sem que estes tenham feito qualquer manifestação, devolvendo o projeto à secretaria da mesa sem tomar nenhuma iniciativa no sentido da apreciação dos mesmos pela referida Comissão.

Através desta carta aberta apelamos para que as senhoras e os senhores se sensibilizem e tomem a iniciativa de regulamentar profissão tão importante para a formação, a educação e a construção da identidade de todos os cidadãos. Os historiadores são fundamentais para a construção da memória do país, na avaliação dos acontecimentos do passado, permitindo uma inserção crítica no presente. Um país sem história é um país sem cidadania.

Colocamo-nos à disposição para o diálogo e para qualquer forma de colaboração no sentido de que venhamos a conquistar este direito e esta aspiração há muito tempo acalentada pelos historiadores.

São Paulo, 05 de fevereiro de 2011

Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Júnior
Presidente da ANPUH - Associação Nacional de História
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Fonte:http://espacointuicao.blogspot.com/search/label/Carta%20aberta%20aos%20parlamentares
Acessado em l5 04 11

domingo, 10 de abril de 2011

Etiqueta digital: Como você se comporta no mundo digital?

Etiqueta digital: Como você se comporta no mundo digital?

Simplesmente mulher

Texto na Revista do Jornal O Globo)


'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.Está tentando provar nao-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'
Martha Medeiros - Jornalista e escritora

terça-feira, 5 de abril de 2011

Unico Vídeo de Jacob

Ignorância

Sobre a ignorância.


Muitas pessoas têm medo de fantasmas, ladrões, guerras, etc. Eu tenho medo da ignorância... e não é pouco, é muito medo mesmo! Acontece que o poder de destruição da ignorância é que acaba gerando todos os problemas do mundo. É exatamente aí que mora o perigo.

Para se ter uma idéia do poder da ignorância, uma pesquisa feita pela Universidade de Maryland, revelou que quase 70% dos eleitores do presidente Bush acreditam que os Estados Unidos descobriram "claras evidências" de que Saddam Hussein estava trabalhando em conjunto com a Al Qaeda. Pior: um terço acredita que foram descobertas armas de destruição em massa no Iraque. Dá pra acreditar??? Pasmem, mais de um terço acredita que uma maioria substancial da população mundial apoiou a invasão liderada pelos Estados Unidos!

Isso é muito assustador, não? Nem é de se admirar que Bush tenha vencido, pois muitas pessoas simplesmente desligam seus cérebros. Então, meus caros, é disso que tenho medo. Das pessoas que nasceram com um vácuo absoluto em suas cabeças, que não são capazes de ter bom senso ou poder crítico. Um bando de pau-mandado. Quando paramos para ver essas coisas, fica fácil entender o motivo de poucos terem muito e muitos terem pouco.

Junto com a ignorância vem mais coisas negativas, como a manipulação. Se não quisermos voltar ao exemplo do governo americano, que forjou evidências e instalou um sentimento de terror no povo, com novas ameaças de ataques terroristas que nunca se concretizaram, podemos pegar o caso de algumas religiões. Simplesmente fazem uma verdadeira lavagem cerebral nos seus fieis em troca de fanatismo e controle, levando à fidelidade cega, com fins escusos, como enriquecimento ilícito, votos de cabresto, etc.

Por isso, repito: tenho medo da ignorância. Medo de olhar para o lado e me ver cercado por ela, medo de me ver numa sociedade violenta devido à ignorância que é imposta ao povo, medo de ser mais um na boiada, medo de chegar ao ponto de escolher minhas amizades pelos carros e grifes que usam e não por suas idéias e valores morais, medo de estar numa guerra devido à ignorância humana que é seguida de manipulação, ganância e cobiça.

Portanto, precisamos lutar contra a ignorância. Eu a temo, mas a enfrento. Quero derrotá-la. Para isso, é preciso uma mobilização em conjunto, em que possamos de alguma forma dividir conhecimentos e estimular debates sobre os mais diversos assuntos. Não adianta achar que os governos do mundo vão resolver alguma coisa. Bobagem, há outra prioridades mais rentáveis para eles. Cabe a nós, sociedade, lutar para diminuir a ignorância. Vamos nos mexer, vamos usar as armas que temos, como a Internet, ONGs, livros, teatro, cinema, música, etc. Vamos disseminar idéias, conceitos e - principalmente - informação.

Talvez não possamos vencer essa guerra, mas há alternativas para a batalha!!!


Nelson Botter Junior é escritor e consultor de marketing e comportamento. Ministra e coordena cursos na área da saúde no portal Manager - www.manager.com.br

Veículo: Sociedade Brasileira para Estudo da Dor



quarta-feira, 30 de março de 2011

Sustentabilidade, o que é?

A palavra do momento é sustentabilidade, todas as empresas, todos os países, procuram ser sustentáveis.
Mas afinal, o que é sustentabilidade?

O Professor Luiz Carlos Cabrera em reportagem à Revista Você s/a nos traz uma reportagem descontraida a respeito do surgimento, do significado e do uso desta palavra.

Afinal, o que é sustentabilidade?

Sustentabilidade é a palavra que mais se ouve e se lê por aí — na administração, na economia, na engenharia ou no Direito. Mas, afinal, o que significa sustentabilidade? Como bom mentor, vou tentar explicar de forma simples o conceito que já faz parte da vida moderna. Em primeiro lugar, trata-se de um conceito sistêmico, ou seja, ele correlaciona e integra de forma organizada os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade. A palavra-chave é continuidade — como essas vertentes podem se manter em equilíbrio ao longo do tempo.

Quem primeiro usou o termo foi a norueguesa Gro Brundtland, ex-primeira ministra de seu país. Em 1987, como presidente de uma comissão da Organização das Nações Unidas, Gro publicou um livreto chamado Our Common Future, que relacionava meio ambiente com progresso. Nele, escreveu-se pela primeira vez o conceito: “Desenvolvimento sustentável significa suprir as necessidades do presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprirem as próprias necessidades”. Note que interessante: a proposta não era só salvar a Terra cuidando da ecologia, mas suprir todas as necessidades de gerações sem esgotar o planeta. “Nem de longe se está pedindo a interrupção do crescimento econômico”, frisou Gro. “O que se reconhece é que os problemas de pobreza e subdesenvolvimento só poderão ser resolvidos se tivermos uma nova era de crescimento sustentável, na qual os países do sul global desempenhem um papel significativo e sejam recompensados por isso com os benefícios equivalentes.”

Parece que Gro Brundtland adivinhava a crise recente das economias do norte e já salientava o papel dos países emergentes, como Brasil, China e Índia. Para você, vale lembrar que a sustentabilidade se aplica a qualquer empreendimento humano, de um país a uma família. Toda atividade que envolve e aglutina pessoas tem uma regra clara: para ser sustentável, precisa ser economicamente viável, socialmente justa, culturalmente aceita e ecologicamente correta. O desafio é enorme, envolve várias gerações e, por isso, você precisa estar ligado no tema.

Luiz Carlos Cabrera é professor da Eaesp-FGV, diretor da PMC Consultores e membro da Amrop Hever Group

Referência:
CABRERA, Luiz Carlos. Afinal, o que é sustentabilidade? Revista Você s/a. 2009. Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_474382.shtml. Acesso em: 29/03/2011.

terça-feira, 29 de março de 2011

José Alencar ,o ex-vice-presidente morre.

Acompanhamos  parte de sua luta mas chega uma hora em que não dá mais para continuar.
Não conheço  muito sobre a sua vida,mas de uma coisa tenho certeza: foi um exemplo de lutador dos mais aguerridos no que diz respeito ao amor à vida, exemplo de altruismo. Descanse em paz.
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Após longa luta contra o câncer, o ex-vice-presidente José Alencar morreu nesta terça-feira (29), aos 79 anos, em São Paulo. Ele estava internado na UTI do Hospital Sírio-Libanês, desde a tarde de segunda, (28), onde foram constatadas uma nova obstrução do intestino. Alencar, que há mais de dez anos sofria de câncer, já tinha sido submetido a 17 cirurgias.

O corpo do ex-vice-presidente será levado a Brasília e deve chegar por volta das 8h30 de quarta-feira na Base Aérea, onde estarão o presidente em exercício, Michel Temer, os presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso.

Depois das honras militares, o corpo será transportado em carro do Corpo de Bombeiros até o Palácio do Planalto, onde será carregado pela guarda presidencial, que subirá a rampa até chegar ao Salão Nobre do Palácio. O velório será iniciado às 10h30 e será aberto ao público. Por enquanto, não há previsão para o horário de término do velório. As informações são da assessoria de imprensa da vice-presidência da República.

De balconista a empresário

José Alencar Gomes da Silva nasceu no dia 17 de outubro de 1931, no vilarejo de Itamuri, município de Muriaé, Zona da Mata Mineira. Saiu de casa aos 14 anos para trabalhar como balconista em uma loja de armarinhos na cidade. Estudou até o primeiro ano do então ginásio. Aos 18, se emancipou para iniciar os negócios que o tornariam um dos maiores empresários do país.

Em Caratinga, 173 km de distância do seu município natal, o empreendedor inaugurou a loja “A Queimadeira”, que vendia tecidos, calçados, chapéus, guarda-chuvas e sombrinhas. Aos poucos, cresceu financeiramente. Trabalhou como caixeiro-viajante, foi atacadista de cereais, dono de fábrica de macarrão, atacadista de tecidos e industrial do ramo de confecções.

Em 1967, em parceria com o empresário e deputado Luiz de Paula Ferreira, fundou a Companhia de Tecidos Norte de Minas – Coteminas. Hoje a empresa é considerada um dos maiores grupos industriais têxteis do Brasil.

Paralelamente ao trabalho, Alencar participou de associações patronais como presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A trajetória de José Alencar na política começou tarde. Foi só em 1994, aos 63 anos, que se candidatou para o governador de Minas Gerais, mas perdeu as eleições para Hélio Garcia (PMDB).

Porém, graças a essa exposição, obteve quase três milhões de votos e elegeu-se senador por MG pelo PMDB, sendo que depois trocou o partido pelo PL.

Vice-presidência

Lula se aproximou de José Alencar em uma festa de 50 anos de atividades empresariais do mineiro, em Belo Horizonte. Alencar convidou mais de mil pessoas para o evento, incluindo representantes de partidos. José Dirceu, então presidente do PT, insistiu para que Lula o acompanhasse. Após ouvir o discurso coloquial do empresário, ao sair da festa o ex-presidente da República disse ao amigo Dirceu que tinha encontrado seu vice-presidente. Porém, uma desavença entre Dirceu e Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, sobre dinheiro arrecadado e distribuído quase desfez a parceria. Porém, Lula conseguiu contornar o problema. E, assim, em 2002, Alencar foi eleito vice-presidente da República e, em 2006, reeleito cumprindo oito anos de mandato.

Luta contra o câncer

Alencar lutava contra o câncer desde 1997. Na época, ele descobriu a doença no rim, mas pediu para o médico checar se havia se espalhado para o estômago. O político sentia dores na região. Depois da teimosia, realmente confirmou-se que o câncer também estava no estômago.

Essa foi a primeira de 17 cirurgias. O quadro de saúde do ex-vice se agravou em 2010. Durante esse ano, Alencar foi internado com edema de pulmão, teve crise de hipertensão, passou por cateterismo e sofreu infarto. No dia 22 de dezembro foi internado às pressas devido a uma hemorragia digestiva. Ele queria participar da posse da presidente Dilma Rousseff, mas devido ao seu estado de saúde, Médicos não permitiram.

José Alencar Gomes da Silva era casado com a Mariza Campos Gomes da Silva e teve três filhos: Josué Christiano, Maria da Graça e Patrícia.

Fonte:Siga o Yahoo! Notícias no Twitter e no Facebook

sexta-feira, 25 de março de 2011

A Ficha Limpa foi derrubada pelo STF agora ela não será válida até 2012

Me sinto lubridiada, enganada ,ultrajada , indignada e decepcionada com a instituição que julgava me proteger. Estou desamparada e totalmente incrédula. Vamos continuar a fazer nossa parte.


Caros amigos de todo Brasil,


A Ficha Limpa foi derrubada pelo STF: agora ela não será válida até 2012. O Ministro Luiz Fux desempatou a decisão com um voto inesperado que irá liberar os corruptos barrados a assumirem seus cargos! Vamos dizer para ele o que os brasileiros pensam deste voto -- mostrando que trair o povo tem um custo político alto. Clique aqui para enviar uma mensagem para o Ministro Fux :

O STF decidiu ontem: a Ficha Limpa só será válida para 2012.

O Ministro Luiz Fux quebrou todas as expectativas e frustrou a sociedade brasileira ao dar o voto do desempate que liberou os corruptos barrados a assumirem seus postos no Congresso Nacional. Ao ser apontado para o STF, o Ministro Fux elogiou a Ficha Limpa dizendo que ela “conspira a favor da moralidade”. Somente ontem ficamos sabendo do seu verdadeiro posicionamento.

O voto do Ministro Fux significa que corruptos famosos como Jader Barbalho, João Capiberibe e Cássio Cunha Lima irão assumir seus cargos. É um tapa na cara da sociedade brasileira que lutou árduamente pela aprovação da Ficha Limpa.

Vamos dizer para o Ministro Luiz Fux o que pensamos, clique abaixo para enviar uma mensagem para ele:

http://www.avaaz.org/po/mensagens_luiz_fux/?vl

Cinco Ministros do STF, o Ministério Público Federal e o Tribunal Superior Eleitoral, todos analisaram a Ficha Limpa e concordaram que a sua validade para 2010 é plenamente constitucional. Até a Ministro Fux ser apontado havia um empate de 5 juízes contra e 5 a favor da validade da Ficha Limpa para 2010. Ele deveria ter quebrado o empate favorecendo o povo brasileiro, não os interesses dos corruptos.


Brasileiros de todos os cantos do país se uniram em uma escala fenomenal e lutaram bravamente para aprovar a Ficha Limpa. No começo poucos acreditavam que ela seria aprovada, mas juntos nós pressionamos os deputados durante todo o trâmite da lei no Congresso, garantindo que a Ficha Limpa finalmente se tornasse lei. E nós vencemos. Mais de 2 milhões de nós fizemos isto acontecer. O entusiasmo pela aprovação da Ficha Limpa tomou conta da mídia e da sociedade, simbolizando uma nova era na política brasileira.

O Ministro Luiz Fux foi bem recebido pelos grupos da sociedade civil como um “apoiador da Ficha Limpa” porém ontem, ele decepcionou a todos nós. Há pouco que podemos fazer para reverter a decisão do STF, mas vamos inundar os emails do Ministro Fux com mensagens de todo o Brasil, mostrando a nossa indignação. Clique abaixo para enviar a sua:

http://www.avaaz.org/po/mensagens_luiz_fux/?vl

Este não é o fim desta história, ainda temos um longo caminho a percorrer para consertar a política brasileira, acabar com a impunidade e finalmente ter políticos decentes nas urnas. Não será fácil, mas este é um movimento do povo brasileiro e com determinação, nós temos o poder de gerar as mudanças a longo prazo que o nosso país tanto merece.

Com esperança,

Alice, Graziela, Ben, Laura, Milena, Pascal, Ricken e toda a equipe Avaaz



Leia mais:


Fichas-sujas comemoram decisão do STF:

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/fichassujas+comemoram+decisao+do+stf/n1238187815196.html

Fux vota pela validade da Lei da Ficha Limpa só em 2012:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5024770-EI7896,00-Fux+vota+contra+Ficha+Limpa+em+lei+pode+valer+so+em.html

Ficha Limpa: Voto de Minerva do ministro Luiz Fux recebe críticas no meio jurídico:

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/03/23/ficha-limpa-voto-de-minerva-do-ministro-luiz-fux-recebe-criticas-no-meio-juridico-924075303.asp

Veja quem pode ganhar vaga no Congresso após decisão do STF:

http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/03/veja-quem-pode-ganhar-vaga-no-congresso-apos-decisao-do-stf.html

Presidente da OAB diz que voto de Fux 'frustra sociedade':

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5025086-EI7896,00-Presidente+da+OAB+diz+que+voto+de+Fux+frustra+sociedade.html


Validade da Ficha Limpa em 2010 é um 'acerto', diz procurador:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/892859-validade-da-ficha-limpa-em-2010-e-um-acerto-diz-procurador.shtml

Eles estão de volta: Jader, Cunha Lima e os Capiberibes:

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/03/23/eles-estao-de-volta-jader-cunha-lima-os-capiberibes-370720.asp

Decisão do STF abre as portas do Congresso para condenados por corrupção:

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5026374-EI294,00-Decisao+do+STF+abre+as+portas+do+Congresso+para+condenados+por+corrupcao.html

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segunda-feira, 21 de março de 2011

MENDIGOS DE ALMA Flávio Marcus da Silva

MENDIGOS DE ALMA


Ultimamente tenho refletido muito sobre Espiritualidade, essa dimensão da vida que nos liga ao transcendente, àquilo que está além da ordem material, levando-nos, muitas vezes, a questionar nossos próprios comportamentos e convicções. Minha reflexão, no entanto, encontra-se ainda em fase inicial, carecendo do auxílio de pessoas mais versadas do que eu nessa matéria e de novas leituras, o que, acredito, poderá amadurecer em mim essa vontade que eu sinto de buscar o que realmente importa na vida: o aperfeiçoamento espiritual através do amor, da caridade, da humildade, da generosidade e do trabalho honesto e solidário.
No mundo de hoje, somos constantemente bombardeados com imagens e propagandas que apelam para aquilo que há de mais egoísta em nós, sobretudo a necessidade de estarmos sempre em destaque, seja pelo dinheiro, pelo poder ou pelo sucesso profissional.
No entanto, em minhas leituras, tenho aprendido que, para Jesus Cristo, no Reino de Deus não existe espaço para o orgulho, para os que exaltam a si próprios; e que, segundo seus ensinamentos, devemos amar o próximo sem distinção de raça, credo, nacionalidade ou qualquer outra, pois todos somos irmãos e filhos do mesmo Pai.
É triste perceber o quão distantes estão esses ensinamentos da vida que levamos nos dias de hoje. Já me irritei várias vezes com pessoas que se julgam importantes demais e que ficam o tempo todo se vangloriando disto e daquilo, apontando os erros e defeitos dos outros, para diminuí-los, enquanto se colocam como donos da razão. Mas depois, ao refletir sobre mim mesmo, percebi que a irritação que eu sentia diante do egocentrismo alheio era uma reação do meu próprio ego, que queria que EU me destacasse e tivesse razão, não o outro. Reconhecer isso, a meu ver, já foi um grande avanço, mas eu sentia que era preciso mais: era preciso superar de vez essas “paixões violentas por coisa nenhuma”, como dizia Fernando Pessoa.
Superar de vez essa vontade de me destacar e ter razão eu ainda não consegui, mas um avanço muito significativo a caminho dessa superação eu dei quando olhei nos olhos de uma pessoa [que se julgava muito importante] e vi neles o brilho opaco que um espírito ainda muito apegado a títulos, reconhecimento público e dinheiro deixa escapar.
Isso aconteceu quando me vi enredado numa trama tecida ardilosamente por essa pessoa, que queria, de todo jeito, colocar-se numa posição de superioridade incontestável frente aos outros. Ao cair na sua rede, percebi que argumentar não adiantaria nada. Lutar contra sua vasta experiência na arte da enganação seria uma batalha perdida: como se um único soldado [maltrapilho e desarmado] se lançasse contra o exército inimigo em campo aberto, vislumbrando a morte de frente, sem medo, mas consciente da derrota. No entanto, foi justamente a aceitação da minha derrota que me deu a vitória... Não sobre a pessoa em questão, que manteve a sua posição de superioridade, mas sobre mim mesmo. Ao olhar nos olhos daquele general vitorioso e perceber neles o prazer que aquele momento lhe proporcionava, senti, ao invés de medo ou nojo, uma sensação de paz espiritual muito grande [embora depois eu tivesse que desabafar em lágrimas os resíduos de indignação que me haviam restado daquele ridículo episódio]. Lembro-me que, espiritualmente, senti-me alçado a um patamar mais elevado que o do general, que, no entanto, para si próprio, estava muito acima de mim.
Hoje, depois de algumas leituras muito enriquecedoras, entendo que a minha sensação de elevação naquele momento pode ser facilmente explicada pelos sábios ensinamentos de Cristo [abraçados também pelo Espiritismo], que nos revelam o seguinte: o trabalho, a vitória e o sucesso no plano material e corpóreo não têm os mesmos significados no plano espiritual. Aquela paz que eu senti naquele momento talvez tenha sido o prenúncio do que em breve eu descobriria com as minhas leituras. Foi o início da minha vitória sobre a angústia da necessidade de aprovação e de reconhecimento por parte dos outros. Foi como se do meu inconsciente viesse a mensagem: “Não ligue para isso. Não é importante. Trabalhe com amor. Faça o bem. Não se preocupe com o que as pessoas pensam ou falam de você. Não busque recompensas efêmeras nestes círculos de vibrações inferiores, onde, na maioria das vezes, os vícios da ambição e da dissimulação são exaltados em detrimento do que realmente tem valor para Deus, que te ama e estará sempre contigo”.
Senti como se aos poucos eu estivesse deixando para trás um outro eu. Vi-me mais ou menos na pele daquele personagem do livro “O emblema vermelho da coragem”, o soldado praça gritalhão. Ele costumava ser visto pelos colegas como “um meninote espalhafatoso, dono de uma audácia advinda da inexperiência, impulsivo, teimoso, ciumento e cheio de uma coragem de latão”. No entanto, seu comportamento mudou notavelmente após uma grande batalha, à qual sobreviveu: “Envolto numa perfeita segurança, demonstrava agora uma fé serena em seus propósitos e habilidades. Essa firmeza interior lhe permitia, naturalmente, ficar indiferente às pequenas alfinetadas que os outros lhe dirigiam”.
Como eu disse, a verdadeira vitória, a superação plena do orgulho, do egoísmo e do egotismo próprios dos círculos carnais, ainda está muito distante de mim; mas considero essa transformação que eu vivi [e continuo vivendo] um passo muito importante na minha trajetória terrena.
Hoje eu consigo perceber mais claramente que os valores da espiritualidade não são os mesmos que costumamos exaltar no mundo material. Perdemos muito tempo na crosta terrestre em vaidades inúteis, gastando preciosa energia na adoração ridícula de nós mesmos, de nossos filhos e amigos. O que importa, para o aperfeiçoamento espiritual, é a humildade, a caridade, o amor, a doação [sem receber nada em troca, nem favores, nem dinheiro], o trabalho honesto e justo...
Com outras palavras, André Luiz, no livro “Nosso Lar”, ensina-nos que as mercadorias propriamente terrenas não têm o mesmo valor nos planos do Espírito. Triste é perceber, no entanto, que milhares de homens e mulheres cegos de ambição e egoísmo desencarnam todos os dias sem compreender isso. “Foram negociantes imprevidentes”, conta-nos André Luiz: “Esqueceram de cambiar as posses materiais em créditos espirituais. Não aprenderam as mais simples operações de câmbio no mundo. Quando iam a Londres, trocavam contos de réis por libras esterlinas; entretanto, nem com a certeza matemática da morte carnal se animaram a adquirir os valores da espiritualidade. Agora... que fazer? Temos os milionários das sensações físicas transformados em mendigos da alma”.
Mas não é fácil perceber essa verdade. Como generais em campos de batalha, encarcerados em suas opiniões próprias, os homens traçam estratégias de vitória, manipulam e humilham os outros, e chegam muitas vezes a afirmar: “Estou com a consciência tranquila”. Ora, mas o que é essa consciência senão um reflexo de sentimentos mundanos, na maioria das vezes muito mais sensíveis às vibrações inferiores do que às superiores?
No seu impressionante livro “O homem duplicado”, José Saramago elucida muito bem essa questão da consciência. Ali, numa passagem, o narrador explica que “uma mente dominada por sentimentos inferiores é capaz de obrigar a própria consciência a pactuar com eles, forçando-a, ardilosamente, a pôr as piores ações em harmonia com as melhores razões e a justificá-las umas pelas outras, numa espécie de jogo cruzado”.
A meu ver, é assim que nos transformamos em mendigos da alma nos planos do Espírito.

Flávio Marcus da Silva – HP: www.nwm.com.br/fms
Bibliografia:
CRANE, Stephen. O emblema vermelho da coragem (1895). São Paulo: Penguin Classics/Companhia das Letras, 2010.
SARAMAGO, José. O homem duplicado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
TOLSTOY, Leo. The Gospel in Brief. University of Nebraska Press, 1997.
XAVIER, Francisco Cândido (pelo Espírito André Luiz). Nosso Lar: a vida no Mundo Espiritual. 61ª edição. Federação Espírita Brasileira, 2010.

fonte: http://www.grnews.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=22371%3Amendigos-da-alma&catid=60%3Aflavio-marcus&Itemid=166 Acessado em 21/03/11

sábado, 19 de março de 2011

O professor (in)feliz

O professor (in)feliz


No gabinete docente da Esefap (sala destinada aos professores para que pesquisem, discutam a condição acadêmica e orientem seus alunos), há um quadro na parede com a seguinte frase: “Feliz aquele que transmite o que sabe e aprende o que ensina”. Feliz a poetisa Cora Coralina que, a meu ver, sintetizou numa pequena frase a natureza docente. A frase carregada de poesia, hoje em dia, vale mais do que nunca. O cenário que se apresenta, repleto de obstáculos de toda ordem, faz com que o professor que consegue concluir o conteúdo ao final da aula sinta-se um felizardo.

A tragédia é conhecida: implantação de sistemas de ensino avançados sem considerar a necessária adaptação do professor, do próprio aluno e sua família; desvalorização da profissão em razão, principalmente, dos baixos salários, configurando-se em desestímulo ao ingresso na profissão. Tal realidade, que não apenas atinge, mas define principalmente o ensino básico, é tensionada por outro grave componente: uma geração de crianças cujo individualismo e competitividade são expressos numa agressividade cotidiana, e não apenas entre seus colegas. Uma geração que parece ameaçar pais e professores.

Dois ótimos filmes refletem bem esta agressividade da infância e da juventude atuais: A Onda e O Dia da Saia. Não à toa, o primeiro é uma produção alemã e, o segundo, francesa. Esta situação é “globalizada”, pois se vê no mundo todo. Ambos produzidos em 2008 provocaram acaloradas discussões nos meios políticos e educacionais europeus. Filmes que, obrigatoriamente, devem constar na videoteca de todo professor! As duas produções ajudam a refletir sobre os riscos inerentes à condição docente no século 21. Na realidade, A Onda, baseado em fato real, apresenta um professor de história explicando o nazi-fascismo a seus alunos. Para isso, reproduz em sala de aula a atmosfera da época, e nessa experiência pedagógica arriscada... Bem, é melhor você assistir ao filme. Mas observe como a condição humana está à flor da pele dos estudantes.

Em O Dia da Saia, com a belíssima atriz Isabele Adjani como professora de uma turma de adolescentes, os riscos, a violência, a agressividade verbal não são provocados, pois já compõem seu dia a dia com aqueles jovens. Esse filme é trágico e absurdo, belo e sensível, tão verdadeiro que se aproxima de um documentário. A professora Sônia Bergerac, esgotada por vivenciar cotidianamente aquela situação tensa, depara-se com um fato inusitado: ao discutir com um aluno, uma arma cai ao chão. E é na arma que Sônia se apoia para recompor sua autoridade frente à turma. Em meio a passagens trágicas, a professora levanta questões como autoritarismo, preconceito (a turma é composta por negros, mulheres, árabes, judeus), violência e, claro, educação: “Vocês são marginalizados pela sociedade e a única saída que têm para vencer esta condição é estudando”, diz, atônita, ao ver que o universo humano se refletia nas disputas de poder, condições de gênero, raça e de religião naquela sala.

Sônia, que vê na arma a única saída para exercer seu ofício, é o contrassenso em pessoa. Mas se O Dia da Saia parece nos dizer que a condição humana é um páreo duro à condição docente, valoriza ainda mais o seu papel: sem a presença do professor, seríamos mais animalescos, selvagens, incivilizados.

Texto de Robinson Ricci, diretor-geral e de Comunicação Institucional das Faculdades Esefap, de Tupã (SP). O autor também é graduado em Comunicação Social pelas Faculdades Casper Líbero.

E-mail: robinson.ricci@esefap.edu.br
Fonte Jornal Virtual 18 03 11


segunda-feira, 14 de março de 2011

"Família é prato difícil de preparar"

"Família é prato difícil de preparar"

(de "O Arroz de Palma", de Francisco Azevedo)

Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.

E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.

Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.

Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.

O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo, em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é “à Moda da Casa”. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

Recebi este texto de uma amiga muito querida. ADOREI!!!

domingo, 13 de março de 2011

HORA DO PLANETA Faça sua parte , Participe 26 03 11


Para cadastrar basta se inscrever no link
http://www.horadoplaneta.org.br/leiamais.php?id_noticia=23&actionPage=sair

11/03/2011


Cidades mobilizam-se e já confirmam participação

O WWF-Brasil já está recebendo dezenas de manifestações positivas ao movimento Hora do Planeta, vindas de municípios de várias regiões do País. Os convites foram enviados na semana passada, embora as adesões por parte das prefeituras tenha começado no dia 14 de fevereiro. Uma das cidades que já confirmaram participação foi Caçador (foto), em Santa Catarina, cujo aniversário de fundação será comemorado no dia 26 de março, simultaneamente com a Hora do Planeta.

Com cerca de 65 mil habitantes - descendentes, em sua maioria, de italianos -, Caçador foi criada em 25 de março de 1934, em plena Guerra do Contestado. Considerada um importante pólo cultural do meio-oeste catarinense, a cidade desenvolveu-se a partir da extração e industrialização da madeira e do reflorestamento. A agricultura surgiu, em seguida, como nova opção de geração de divisas, com destaque para os hortifrutigranjeiros. Caçador é considerado o maior produtor de tomates do sul do Brasil.

Para a Hora do Planeta, a prefeitura comprometeu a diminuir em 25% a iluminação da cidade, deixando acesas apenas as luzes principais. A adesão vai contar com os seguintes parceiros: Fundação do Meio-Ambiente (Fundema), Escola de idiomas Wizard, União dos Escoteiros do Brasil, Grupo Escoteiro Pindorama, WSPA, Ong SOS Nascentes, Projeto Protetor Ambiental, Policia Militar Ambiental de Caçador, Ong Gato-do-Mato, Chocolate-se, Artes Gráficas Oeste, Panificadora Pão-de-Ló, Video Locadora Golden Video, Topa Tudo Disk Entulho e Supermercado Tama.

Outras duas cidades também confirmadas na Hora do Planeta são Osasco, na região metropolitana da capital paulista, e Jumirim, na região sudoeste do Estado de São Paulo. Em Osasco, a prefeitura vai apagar as luzes do Viaduto Metálico, onde haverá concentração de simpatizantes com as causas propostas pelo movimento, além de músicos e artistas.

Em Jumirim, cidade com vocação turística, criada em dezembro de 1995, ficarão às escuras os prédios da Câmara Municipal, da Prefeitura Municipal, e ainda o Centro de Eventos Walter Zauri Ramos e a Praça Nossa Senhora Aparecida. Também haverá um ato público diante do prédio da Câmara, com debates sobre a importância da conscientização ambiental, apresentação de musicais e trabalhos dos alunos da Escola Municipal de Jumirim. A cidade participa da Hora do Planeta pelo terceiro ano consecutivo.

Para participar oficialmente da Hora do Planeta, as prefeituras precisam preencher e assinar um Termo de Adesão enviado por e-mail, pela WWF-Brasil. Maiores informações poderão ser obtidas pelos e-mails cidades@wwf.org.br e Ingrid.freitas@fnp.org.br.

sábado, 12 de março de 2011

12 de março: Dia do Bibliotecário

12 de março: Dia do Bibliotecário



O bibliotecário é o profissional que trabalha com a informação. As áreas onde pode atuar são amplas e diversificadas, incluindo bibliotecas, centros e serviços de informação que podem ser públicos ou privados. Cabe a esse profissional tornar a informação acessível aos usuários que necessitam de fontes para suas pesquisas, estudos, trabalho, entretenimento e tantas outras finalidades.

A profissão é regulamentada por legislação específica, que assegura o seu exercício por pessoal graduado e devidamente registrado no Conselho Regional de Biblioteconomia. Cabe ao Conselho Federal coordenar e orientar as atividades dos 14 conselhos no Brasil, compondo assim o Sistema CFB/CRB.

As atividades desempenhadas consistem em utilizar métodos e técnicas baseados em padrões internacionais para processar essa informação e assim possibilitar a sua recuperação. O uso desses padrões é necessário para que o acervo existente em determinado local possa ser acessado pelos interessados, tanto de forma presencial, quanto remotamente. Nesse sentido, o desenvolvimento da informática e das tecnologias de comunicação contribui, decisivamente, para que o trabalho do bibliotecário seja facilitado, por meio do emprego de ferramentas que permitem maior velocidade e eficácia, assegurando melhores resultados.

A principal atividade do bibliotecário é atender pessoalmente aos usuários e assim melhor compreender suas necessidades e interesses. Quanto maior o conhecimento do público alvo, melhores serviços podem ser oferecidos. E esse é um diferencial nas atividades desse profissional, que alia as técnicas às relações humanas e executa assim um trabalho completo e complexo.

O cunho social da profissão apresenta uma faceta do bibliotecário como agente transformador da realidade, na medida em que há sua contribuição em ações que podem representar o resgate da cidadania da população de menor nível socioeconômico. Como exemplo, temos as bibliotecas públicas e comunitárias.

No âmbito da educação, descortina-se uma vasta gama de atuação do bibliotecário que se insere na realidade do ensino, desde a fase infantil até a universitária. Na biblioteca escolar se dão os primeiros contatos do estudante com as inúmeras possibilidades de ampliação dos conteúdos apresentados em sala de aula. Nesse cenário, o bibliotecário atua em conjunto com professores e com toda a comunidade escolar para servir como mediador entre as fontes de informação e o aluno, por meio da inserção da biblioteca no projeto pedagógico da escola e representando a porta de acesso ao mundo do conhecimento a todos esses usuários.

A inexistência de biblioteca na escola é inadmissível, porém essa é a realidade brasileira. Ante esse quadro de carência, o Sistema CFB/CRB trabalhou pela aprovação da Lei nº 12244/10, que determina a universalização da biblioteca escolar e garante a presença do bibliotecário.

Com o advento dessa legislação, os diagnósticos apontam para uma vacância de cerca de 170 mil postos para bibliotecários no ensino público no Brasil. Visando suprir essa deficiência, o Sistema CFB/CRB firmou convênio com a Universidade Aberta do Brasil (UAB Capes/MEC) para oferta do curso de Biblioteconomia na modalidade a distância, a fim de possibilitar que especialmente os alunos residentes fora das grandes cidades onde são oferecidos os cursos presenciais possam vir a ingressar.

Diante de tantos desafios, é com grande alegria que o Sistema CFB/CRB cumprimenta os bibliotecários em seu dia, pois são esses os profissionais que têm uma missão tão ampla e tão importante para a sociedade.

Texto de Nêmora A. Rodrigues, presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, enviado ao Jornal Virtual.-E-mail: cfb.presidente@gmail.com
Compartilhe conhecimento


Já estão abertas as inscrições para o Prêmio Internacional EducaRede 2011, evento promovido anualmente pela Fundação Telefônica com o objetivo de fomentar o trabalho em equipe no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na sala de aula. O concurso é aberto a alunos e professores de todo o mundo. O prazo final para a realização de inscrição é o dia 2 de maio.

Fonte:Jornal Virtual 205 - 11.03.2011
Acesse o site: www.humanaeditorial.com.br

quarta-feira, 9 de março de 2011

Porque os países são diferentes - PRECISAMOS MUDAR JÁ.

Recebi este texto via email em forma de pps.achei tão oportuno que resolvi compartilhar...

Porque os países são diferentes

Investigações demonstram que a diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade. Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2.000 anos e ainda são muito pobres.

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que apenas 150 anos atrás eram desconhecidos, hoje são países desenvolvidos e ricos A diferença entre países pobres e ricos tampouco está nos recursos naturais disponíveis.

O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. Este país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Outro exemplo é a Suíça, que não produz cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, produz laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que oferece uma imagem de segurança, ordem e trabalho, transformando-o no caixa-forte do mundo.

Executivos de países ricos que se relacionam com países pobres evidenciam que não existe diferença intelectual realmente significativa. A raça, a cor da pele tampouco são importantes: imigrantes qualificados como preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.

Onde está, então, a diferença?

A diferença é a atitude das pessoas, moldada no decorrer dos anos pela educação e pela cultura.

o analisar a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:

1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis.
5. O respeito pelos direitos dos demais cidadãos.
6. O amor pelo trabalho.
7. O esforço para economizar e investir.
8. O desejo de superar.
9. A pontualidade.

Nos países pobres, apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária. Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.

Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e assumir esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.

SOMOS ASSIM POR QUERER TOMAR VANTAGEM SOBRE TUDO e TODOS.

SOMOS ASSIM POR VER ALGO QUE ESTÁ MAL e DIZER: “DEIXA COMO ESTÁ”

DEVEMOS TER ATITUDES e MEMÓRIA VIVA SÓ ASSIM MUDAREMOS O BRASIL DE HOJE!

Provavelmente você é uma dessas pessoas que faz a diferença e luta para mudar nossa sociedade corrupta e sem princípios. Mas não esqueça que ainda existem muitos necessitando entender que a falta de princípios é a raiz da miséria.

Os pensamentos geram atitudes.

Atitudes geram hábitos.
Hábitos geram um estilo de vida.
Estilo de vida é o reflexo do caráter.
O caráter de um povo é o reflexo daquilo que ele pensa.
E seus representantes no governo, por isto, não pensam diferente.

Nós somos o que pensamos e não o que pensamos que somos.
Produzido por Jorcelangelo L. Conti
Anterior: Estrangeiros na Dinamarca

Fonte:

20 BELOS FILMES ESPIRITAS - (É Só Clicar e Assistir).

Gente adorei o presente que uma pessoa muito especial me passou...


20 BELOS FILMES ESPIRITAS - (É Só Clicar e Assistir).

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1 - O Pássaro Azul - Filme Completo - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/172

2 - Em Nome de Deus - Filme Completo - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/171

3- O Último Espírito - Filme Completo - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/170

4 - Chico Xavier - Brilha Uma Luz no Horizonte - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/169

5- Ressurreição - RARIDADE! - INÉDITO! - (Filme)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/168

6 - Perda de Pessoas Amadas - Palestra de Nazareno Feitosa - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/167

7 - Bezerra de Menezes: O Apóstolo da Caridade - Palestra Nazareno Feitosa - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/166

8 - Jacob Melo - Passe: O Magnetismo Espírita - Teoria e Prática - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/165

9 - Frederico Menezes - A Transição do Planeta Após 150 Anos - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/164

10 - Reencarnação - A Lógica Reencarnacionista - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/162

11- Os Espíritos e os Efeitos Físicos - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/161

<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><!--[endif]-->

12 - A Influência Espiritual - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/160

13 - A Atitude Mental - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/159

14 - Perturbação Espiritual - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/158

15 - Sobre a Morte e o Morrer - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/156

16 - Quando os Anjos Falam - (Filme Completo) - IMPERDÍVEL!!!
universoespirita.multiply.com/reviews/item/153

17 - A Corrente do Bem - (Filme Completo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/151

18 - Dr. Bezerra de Menezes - O Diário de Um Espírito - (Filme Completo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/150

19 - Chico Xavier - 1977 - 50 Anos de Mediunidade - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/149

20 - Divaldo P. Franco - Evangelho e Vida - O Poder da Oração - (Vídeo)
universoespirita.multiply.com/reviews/item/148

"Ninguem quer saber o que fomos, o que possuíamos, que cargo ocupávamos no mundo; o que conta é a luz que cada um já tenha conseguido fazer brilhar em si mesmo."

terça-feira, 8 de março de 2011

TEM QUE VACINAR

***TEM QUE VACINAR


por Profa. Mirian Bambine - sexta, 4 março 2011, 11:08

Tem que vacinar

Médico critica pais que são contra a vacinação e traz as últimas novidades sobre o assunto

Nos últimos anos, cresceu o movimento de pais e pediatras que são contra a vacinação. Eles alegam que o ideal seria imunizar a criança apenas contra doenças graves, evitando, assim, o abuso de remédios. Outra razão seriam os efeitos adversos. O problema é que essa decisão não afeta só a criança, mas também as pessoas ao seu redor. Para o infectologista Ciro de Quadros, os argumentos não fazem sentido. Em 40 anos dedicados à vacinação, no Brasil e no mundo, o infectologista protagonizou eventos importantes, como a erradicação da varíola na Etiópia, nos anos 70.

Em entrevista à CRESCER, Quadros fala do polêmico movimento e dos avanços na área, entre outras coisas.

Existe um movimento de diversos países contra a vacinação. Por quê?

Apesar de isoladas, essas correntes causam preocupação. Muitas são de familiares de crianças com algum problema, como autismo, que acusam a vacinação pela deficiência da criança. O que acaba gerando problemas sérios. Primeiro, porque toda criança precisa estar com a carteira de vacinação em dia para estar protegida. Já os efeitos colaterais são leves, como febre e irritabilidade. Segundo, porque doenças já erradicadas voltaram a aparecer. Na Inglaterra, o sarampo, que estava controlado, voltou.

Qual a prioridade atual dos programas de vacinação?

O desafio é fazer com que as vacinas cheguem a mais pessoas. Além disso, inserir novas vacinas no calendário oficial.

Quais vacinas deveriam constar em qualquer calendário?

Os governos precisam identificar as necessidades mais urgentes de cada região. Mas algumas vacinas se mostram essenciais. A do pneumococo, bactéria que mata duas crianças por hora no mundo, está entre elas. Outras seriam a de hepatite A, a de varicela, a de meningite e a de influenza.


Quais as últimas novidades?

Nosso laboratório está desenvolvendo vacinas contra o HIV. Existem, ainda, pesquisas tailandesas sobre a dengue. No Brasil, começamos a testar a vacina contra ancilostomose (amarelão), a doença do Jeca Tatu. O esforço vai gerar resultados em dez anos, a preços acessíveis. Pois não adianta criar novas vacinas, sem baratear o acesso.

Como o senhor vê o calendário brasileiro de imunizações?

É excelente. Já erradicou algumas doenças, como pólio e sarampo, e sabe da importância de incluir novas vacinas, como a de rotavírus. Sei que o Ministério da Saúde está cogitando inserir outras no calendário. O maior problema, no entanto, é a má administração das verbas, comuns em diversos países.

Disponível em: Acesso em: 04-03-2011.

Otite afeta 1 em cada 5 crianças que ficam resfriadas

Otite afeta 1 em cada 5 crianças que ficam resfriadas


Estudo americano revela, ainda, que em muitos casos não é preciso medicar a criança com antibiótico.
Ana Paula Pontes

Uma em cada cinco crianças com resfriado desenvolvem infecções de ouvido. Apesar de esse número ser de um estudo americano, o que se observa nos consultórios no Brasil sugere que a estatística seja parecida, segundo Fabrizio Romano, otorrinolaringologista infantil do Hospital Sabará (SP).

A pesquisa, publicada no jornal científico The Pediatric Infectious Disease Journal, foi feita com 294 crianças entre 6 meses e 3 anos. Os especialistas observaram que 22% delas desenvolveram otite média durante a primeira semana de infecção respiratória.

O diagnóstico da doença é feito com base nos sintomas da criança, como febre e dor de ouvido, e no aspecto do tímpano e ouvido médio. Ou seja, se há secreção mais fluida ou pus. É a partir desse quadro que o especialista vai avaliar o melhor tratamento. E esse é outro ponto destacado no estudo. Não são todos os casos de infecção de ouvido que sugerem o uso de antibióticos.

Das 28 crianças com otite, 24 melhoraram sem antibióticos, quatro pioraram e três precisaram tomar a medicação. Em casos mais leves, é possível usar remédios apenas para amenizar os sintomas e antiinflamatórios. Mas o cuidado deve ser ainda maior. “Os pais de crianças que não tomam antibiótico precisam ficar atentos na evolução da doença, porque a chance de a infecção se agravar é maior. Febre persistente e vermelhidão no osso atrás da orelha sugerem complicação, e a criança deve passar por nova consulta”, diz Fabrizio. Vale lembrar que quem vai avaliar a necessidade ou não de usar qualquer medicamento é o pediatra.

O especialista afirma, ainda, que esse tipo de otite é mais comum em crianças pequenas, até 2 anos. Isso porque o canal que liga o ouvido ao fundo do nariz é mais curto e horizontal, facilitando a entrada de bactérias. O que ajuda a diminuir a incidência da infecção é fazer a higiene do nariz (porta de entrada de vírus e bactérias) com soro fisiológico. “Em geral, a criança nessa faixa etária pode ter uma ou duas infecções no ouvido por ano – mais do que isso é preciso investigar. Mas não é preciso se preocupar. Faz parte do desenvolvimento”, afirma Fabrizio.

Disponível em: Acesso em: 04-03-2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

SAÚDE E EDUCAÇÃO

FÓRUM 1 - SAÚDE E EDUCAÇÃO


Entende-se Educação para a Saúde como fator de promoção e proteção à saúde e estratégia para a conquista dos direitos de cidadania.
Leia o texto abaixo e comente a relação entre os 3 elementos: escola, saúde e cidadania.
Texto para o fórum 1ª aula

ESCOLA X SAÚDE X CIDADANIA: COMO ESTES ELEMENTOS ESTÃO RELACIONADOS?
Andréia Maciel da Silva

Estamos vivendo em uma sociedade em que: “o ensino da saúde tem sido um desafio para a educação no que se refere à possibilidade de garantir uma aprendizagem efetiva e transformadora de atitudes e hábitos de vida”. (BRASIL, 1988a, p.61), pois, que a escola forme cidadãos preocupados com as degradações ambientais, que procure valorizar cada ser humano, sendo, deste modo, que a escola é a principal formadora de pessoas para uma vida saudável.

Em nenhum outro tempo falou-se tanto em promoção da saúde como no momento atual. Sendo que o conceito de promoção da saúde traz como princípios norteadores uma série de valores éticos, como a vida, a solidariedade, a equidade e a cidadania, e várias estratégias que visam concretizar a cooperação e parcerias. A importância dessas, é inquestionável e determinante do êxito da promoção da qualidade de vida das populações.

A escola é na realidade um espaço socialmente reconhecido para desenvolver o ato pedagógico, é uma instituição em que o ser humano passa longa e importante etapa de sua vida. Por sua missão educativa ser complementar à missão da família, a escola contribui na construção de valores pessoais e dos significados atribuídos a objetos e situações, entre eles a saúde.

A escola saudável é aquela que possui um ambiente solidário e propício ao aprendizado, por isso ela deve estar engajada no desenvolvimento de políticas públicas saudáveis e na estimulação da criação de entornos favorecedores à saúde, na aprendizagem de comportamentos que permitam a proteção do meio ambiente, na conservação de recursos naturais e na implicação cada vez maior da população em projetos de promoção da saúde.

A escola desempenha um papel importante na formação dos cidadãos para uma vida saudável, na medida em que o grau de escolaridade em si tem associação comprovada com o nível de saúde dos indivíduos e grupos populacionais. A escola nesse ponto tem um ambiente favorável para a promoção e manutenção da saúde da criança.

A cidadania deve ser exercida por todos sem distinção de classes sociais. Onde o governo com suas leis determina a divisão de deveres, sendo do Estado, da sociedade e da família, todos ajudam na educação da criança, na saúde, entre tantos outros meios que podem ajudar uma criança se desenvolver melhor, com dignidade.

Nesse contexto a criança tem seus direitos protegidos desde seu nascimento, obtêm uma qualidade vida como cidadã, sendo que desta forma poderá se tornar uma cidadã de bem, sabendo desta forma de seus direitos e deveres junto à sociedade, sendo que estes valores ela irá aprender na escola ou até mesmo em casa. No que se refere a saúde a criança também pode aprender em casa e muitas vezes é mais aperfeiçoada na escola, onde irá aprender, sobre cuidar do meio ambiente, sobre seu próprio corpo. Percebe-se desta forma que uma está relacionada à outra uma sem a outra pode existir, mas não terá o mesmo significado.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: saúde. Brasília: MEC/SEF, 1988ª. V.3.
Fonte: , acesso em 14/07/2010.

http://www.ead.cesumar.br/moodle2009/mod/forum/discuss.php?d=59793#p464545

NOTA:Essa triade são direitos sociais impreteríveis e reconhecidos pela nossa carta magna. Se a escola é uma "instituição em que o ser humano passa longa e importante etapa de sua vida" , porque não associa-la a importantes parceiros no subsídio de uma educação cada vez melhor, saudável e PARA TODOS ? Para isso é necessário que aconteça de maneira integrada e eficiente políticas públicas previstas nos ( Plano Decenal de Educação( em todos os níveis) Plano Diretor etc) que garantam equipes multiprofissonais( fonoaudiólogo, psicólogo, psicopedagogos, médicos, odontólogos etc) prestando serviços junto a instituições de ensino e que garantam a formação continuada à equipe escolar a fim de que possam embuidos de conhecimentos desempenhar seu trabalho de forma mais segura e eficiente.








sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

http://www.forumseculo21.com.br/conteudo_tv.php?conteudo=videos&codigo_video=7&q=high

Informações úteis não divulgadas.Principalmente a QUARTA INFORMAÇÃO

Informações úteis não divulgadas! Principalmente a QUARTA INFORMAÇÃO


IMPORTANTE :

1. Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br

Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia,on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.

Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.

2. DIVULGUE. É IMPORTANTE: AUXÍLIO À LISTA

Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes......

NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.

Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.

3. Importante: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???

Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais
documentos como:

Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)..

Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..

4) MULTA DE TRANSITO : essa você não sabia

No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em
advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.

Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito
à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com
multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos
últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do
infrator, entender esta providência como mais educativa.


DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A
INDÚSTRIA DA MULTA!!!!